Raramente tenho paciência para ser cronológico.
Nem lógico.
Nem sequer retórico.
Muito menos comentador,
ou elogiador,
ou plagiador,
ou venerador,
ou admirador,
ou amador,
ou profissional,
ou analítico,
ou catalítico,
ou paleolítico,
ou impolítico,
ou corrupto,
ou abrupto.
O que eu gosto é de um whiskynho e roasted peanuts,
de releres, sabores e cores
de marear,
dandarilhar,
destrilhar,
de mangar,
damar,
de namorar,
dolhar.
Afinal, o que eu gosto é de gente.
De nós.
Deles.